Quinta-feira, 24 de Outubro de 2019
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9 de abril de 2014
Caso Erlon: Funcionária de açougue desconfiou de odor no bairro

 Uma funcionária do açougue do bairro São Jorge da Lagoa – região sudoeste de Campo Grande, que preferiu não se identificar, desconfiou do odor. O estabelecimento em que ela trabalha fica ao lado da casa da adolescente de 17 anos, que tentou ocultar o corpo do empresário Erlon Peterson Pereira Bernal, de 32 anos, em uma vala cavada ao lado de uma fossa doméstica. 

 
“Na sexta-feira (4), senti o mau cheiro e comentei aqui no trabalho. A gente fez uma inspeção minuciosa para localizar de onde vinha o odor, inclusive dentro da câmara fria, mas nada foi encontrado”, fala a mulher. 
 
Ela lembra que os demais funcionários repararam o odor depois do comentário dela. “Como não achamos nada, percebemos que o cheiro vinha de fora daqui, mas jamais imaginaríamos que seria de homem em decomposição”, revela.
 
Jucyllene Castilho e Arlindo Florentino
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