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10 de abril de 2017
Câmara Municipal de Três Lagoas entrega reivindicações populares para empresa que opera a zona azul
Vereadores e sociedade vão aguardar respostas às reivindicações e agendar novas discussões
Postado por Jessica Silva
Fotos: Divulgação/CVTL Fotos: Divulgação/CVTL

 A Câmara Municipal de Três Lagoas apresentou, na manhã desta quinta-feira (30), reivindicações para o diretor da Central Park, Nilson Higino, visando que a concessionária da zona azul atenda as melhorias sugeridas  por representantes de entidades da sociedade civil, parlamentares e população, durante reunião realizada no dia 15 de março.

Como resultado inicial, ficou definido que a Central Park e a prefeitura vão abrir negociações baseadas na legalidade e no contrato de concessão e apresentar propostas de adequações. Após isso, será agendada nova data para fechar um acordo que englobe interesses de todas as partes.

 “Tivemos um grande avanço porque a empresa sinalizou com atendimento de várias solicitações. Apenas pedimos que a administração e a Central Park definam, entre si, outros detalhes, como valor de multa, porque cabe a nós representar a população e seus anseios e não administrar as cláusulas do contrato e questões de valores”, explicou o presidente da Câmara, André Bittencourt.

Como a contratação da Central Park, feita pela administração anterior, foi questionada pelo Ministério Público Estadual, o qual pede sua rescisão por via judicial, Bittencourt ressaltou que a busca de entendimento tem como objetivo evitar a quebra do contrato e a possibilidade de a prefeitura ter que pagar multa de alto valor.

Após a realização de um acordo, segundo ele, as decisões serão encaminhadas ao Ministério Público, com o pedido de celebração de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) e a consequente suspensão da ação civil pública.

A reunião, que ocorreu na Câmara Municipal, contou com a presença dos vereadores Marcus Bazé, Luciano Dutra, Marisa Rocha, Sirlene e Davis Martinelli, além de representantes do Sindicato do Comércio Varejista, Sindicato dos Empregados no Comércio e Associação Comercial e Industrial de Três Lagoas.  Também participaram o diretor municipal de Trânsito, Flávio Thomé, o procurador jurídico do município, Luiz Henrique Gusmão.


Avanços


A princípio, a Central Park sinalizou com a possibilidade de atender a alguns pontos reivindicados, tais como fracionamento do período a ser pago, gratuidade para idosos, melhorias do estacionamento permitido para farmácias, aumento nas vagas para motocicletas, retirada do estacionamento da praça Senador Ramez Tebet, mudança na emissão dos tíquetes por empresas que aderirem como ponto de venda e redução no valor das multas.

Também houve a sugestão de melhorar o número de pontos de venda, através do comércio local, e a quantidade de monitores.

No entanto, o diretor da empresa, Nilson Higino, ponderou que precisa fazer estudos e projeções, para que não haja impacto negativo no equilíbrio financeiro e deixe de haver lucro no negócio.

O procurador jurídico da prefeitura, Luiz Henrique Gusmão, também afirmou que uma quebra de contrato seria pior para a população, uma vez que o município poderá pagar multa. Em sua opinião, o diálogo e um acordo poderão acolher todos os interesses e “equacionar um problema que é conflitante desde o início”.

A princípio, a Central Park sinalizou com a possibilidade de atender a alguns pontos reivindicados,(Foto/Assessoria)

 

 

Ascom/CVTL

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